domingo, 28 de fevereiro de 2016

Saude ação social

Apesar de o governo federal permanecer como o principal investidor,
65% dos seus recursos para a área social são gastos com o sistema
previdenciário, 17% com saúde e 8,5% com educação. Os estados investem
a metade dos recursos da área social em educação e os municípios em
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habitação e urbanismo, seguido de transporte e saneamento (Draibe, 1999).
Dados das contas subnacionais entre 1986 e 1995 mostram que, antes mesmo
da Constituição de 1988, as capitais estaduais vêm priorizando gastos na
área social. No entanto, o papel do governo municipal tem aumentado, não
só devido ao maior volume de recursos investidos, mas também devido à
redução relativa dos gastos federais. Esses dados também mostram que as
34 Rezende (1997) e Almeida (1996). fisioterapia intensiva

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como fazer espetinho de churrasco para vender capitais estaduais estão desenvolvendo maiores esforços do que os estados
para manter seus investimentos na área social e que existe uma grande tensão
entre despesas com serviços sociais e pagamento de juros da dívida.
Embora houvesse uma inclinação generalizada pela descentralização,
não existiu, porém, uma verdadeira política nesse sentido que
orientasse a reforma das diferentes políticas sociais. dentição

maxatin funciona maxatin como comprar maxatim comprar comprar maxatim barato De quatro áreas - educação, oftalmologia em ponta grossa
saúde, assistência social e habitação - a de saúde foi a única em que
a reforma resultou de uma política deliberada e radical de descentralização,
definida no âmbito federal, envolvendo Executivo e Legislativo. A
descentralização da política de saúde foi sendo desenhada desde 1983, até
ganhar feição definitiva em 1988, com a criação do SUS, completada pela Lei
Orgânica de Saúde em 1990. A criação do SUS é geralmente entendida como
a mais bem-sucedida reforma da área social empreendida sob o novo regime
democrático. Ainda que a implantação do novo sistema esteja longe de se
completar e muitos sejam seus impasses; no estágio atual, já significa uma
transformação profunda do sistema público de saúde. A reforma promoveu a
racionalização dos serviços de saúde por meio de: a) integração das redes
federal, estadual e municipal, e municipalização do atendimento primário; consulta ginecologica

b) definição das fontes de financiamento; c) estabelecimento de funções para
as instâncias de governo; d) criação de mecanismos automáticos de transferências
de recursos no interior da rede pública e para o setor privado.
Importante componente do SUS consiste no estabelecimento de
mecanismos decisórios que fortaleçam instâncias colegiadas e a representação
dos diferentes atores envolvidos no sistema de saúde. Ademais, a proposta
de reforma foi elaborada a partir de intensa mobilização social e complexo
processo de negociação política que envolveu lideranças da área de
saúde, parlamentares e poder executivo. A experiência do SUS tem sido ob¬
jeto de teses acadêmicas e inúmeros projetos de avaliação de políticas públicas,
particularmente em nível local, o que certamente contribuirá para a
redefinição de estratégias e para a sua consolidação.

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